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Em Bauru, a USP precisa de doação de corpos
Atualmente existem 20 corpos, já com mais de duas décadas de estudos
A Universidade do Estado de São Paulo – USP, em Bauru, necessita de doação de corpos para estudos. Importante para o aprofundamento da anatomia humana por futuros profissionais da saúde, os corpos hoje usados pela instituição possuem mais de duas décadas e já não proporcionam estrutura superficial preservada. Sendo assim, o estudo de muitos músculos acaba ocorrendo por outros meios.
Atualmente, o Laboratório de Anatomia da FOB-USP, que é usado por mais de 150 estudantes, conta com 20 corpos, todos já dissecados e a maioria fragmentada.
Nas últimas semanas, o cadáver de uma senhora, que doou seu próprio corpo para estudo antes de morrer, chegou à unidade e deve ajudar os estudantes a terem uma noção melhor das estruturas do organismo. Para dar conta da demanda, contudo, a unidade, que passou a contar com curso de medicina há dois anos, precisaria de 10 novos corpos por ano.
"Não sou contra outros métodos, como uso de manequins e imagens, mas entendo como complementares. Até porque nada imita perfeitamente a natureza. Acredito que o uso de cadáver concede mais realidade ao estudo", comenta o professor titular de Anatomia da USP de Bauru, Jesus Carlos Andreo, que atua há 28 anos na área.
Antigamente, corpos de indigentes eram doados pelo Estado. O Código Civil Brasileiro prevê a "disposição gratuita do próprio corpo, no todo ou em parte para depois da morte" com fins científicos ou altruísticos, decisão que pode ser revogada a qualquer momento. Qualquer pessoa maior de 18 anos pode tomar esta decisão. No caso de menores, é preciso haver o consentimento dos responsáveis legais.
Alguns familiares também precisam assinar este documento, além de estarem cientes do desejo da pessoa, já que são eles os responsáveis por informar a instituição da morte do doador. A instituição deve ser consultada sobre a possibilidade de realizar homenagens, como cerimônias e velórios, antes de o corpo ser doado.
Já os corpos de pessoas que tenham sofrido doenças infectocontagiosas podem não ser aceitos, porque órgãos e demais tecidos ficam comprometidos. Nem todos os programas aceitam, mas segundo a lei 8.501 de 1992, é possível a doação de corpos não reclamados, ou seja, corpos que não apresentam identidade e que, após 30 dias da morte, não tenham sido reivindicados por nenhum familiar. Caso o corpo tenha sofrido morte violenta, não poderá ser utilizado para fins de estudo e pesquisa.
Em Bauru, os três cursos da faculdade recebem doação de corpos: Odontologia, Fonoaudiologia e Medicina. Para assinar o termo de vontade, é preciso entrar em contato pelo telefone (14) 3235-8226 ou e-mail anatomia@fob.usp.br.
O programa só recebe doações de corpo inteiro de moradores da região do DRS-6 – Departamento Regional de Saúde seis.

Notícia Postada em 28/11/2019 às 10:15:58 por: Jornalismo Rádio Regência FM






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